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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O desafio da Igreja- Parte 1


O desafio de batalhar contra as heresias que vão se avolumando com a economia do consumismo.
A salvação “vale o quanto pesa”* As pessoas devem fazer algo para ganhar os favores de Deus.Esta idéia é uma crescente no meio evangélico que professa a Teologia da Prosperidade. As pessoas sempre estarão em desvantagens quanto a obra salvífica de Cristo, tendo que fazer algo que lhes garanta as benções de Deus.
* Doença é coisa do mal, e tratada como resultado de uma vida em pecado. Quem está doente, deve estar em pecado.
Vivemos na época em que o velho deve morrer para dar lugar ao novo
*Com esta filosofia temos eliminado o bom testemunho daqueles que vieram antes de nós.
* A história tem sido redefinida dentro de um padrão de relativismo moral e ético. Em um mundo em que Deus não existe, o homem fica só tomando decisões baseadas em seu humanismo.
Pastor é medido pelo padrão mídia de tele-evangelismo
*O pastor de uma pequena igreja terá seu sucesso teológico e ministerial medido pelo grande orador da televisão ou do rádio.
* A fama, prestigio e poder têm se tornado elementos indispensáveis para líderes denominacionais e teologias, que estão mais interessados no que os homens querem do que naquilo que a Palavra do Senhor diz. Há um culto formalizado à personalidade humana, que tem toda a honra e a obediência de seus seguidores, que também buscam um lugarzinho ao sol.
A iliteração bíblica dos líderes tem causado confusão e dores
* Aceitamos aquilo que dá certo sem levarmos em conta a tradição histórica daqueles movimentos.
* Por outro lado, temos os grupos que não fazem revisões em suas metas, estratégias, em relação ao momento que o país está vivendo. Insistem em levar adiante paradigmas antigos, sem perceberem as transformações.Devemos entender que a essência deve permanecer ,mas os métodos podem mudar.
Nossa opção tem sido pela classe média, ainda que nossa mensagem seja para todos.
*As igrejas são formadas e imediatamente se transformam em algo diferente dentre o povo onde estão plantadas. Sua forma de culto, seus costumes, sua música e sua liturgia não fazem parte da cultura ou subcultura em que se envolveram.
* Será que estamos preparados para os jovens questionadores da geração dos preservativos, drogas, informática, Internet, videogames, etc.?
* A liberdade tão pouco utilizada agora estava á disposição de todos, ainda que velada pelos grandes poderes que regem nossa sociedade. Eles começaram assim a efetivar a era do questionamento dos sistemas.Questionaram o governo, os poderes e a igreja.Eles querem ver a realidade de seus discursos. Se há integridade na vida daqueles que dizem reter a verdade em suas mãos.
*Será que estamos preparados como corpo de Cristo a aceitarmos homossexuais, lésbicas, “gays”, drag queens, frutos da promiscuidade, descaso e liberação sexual pregadas pelas revistas pornográficas e filmes de Hollywood?
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Pastor Valdir

Um comentário:

Construtores de Cidadania disse...

Sem dúvidas o articulista identificou o problema maior que envolve a Teologia da Prosperidade. Ou seja, a pretensa idéia de investimento no tesouro de Deus. A pregação dessa teologia convoca não o seguidor de Jesus que sabe que o tesouro prometido por Deus não é dinheiro ou carros, etc. Prega uma corrida ao senso de loteria, onde quem investe mais receberá em dobro. Já vi um leilão de ofertas onde um jovem ao meu lado aguardava para dar a sua no valor de R$600,00. Tudo o que desejava era receber esse valor em dobro, nem sequer se preocupou com o gesto pouco espiritual. Não somos contra as ofertas ou dízimos, e o articulista não prega o contrário dessas atitudes cristãs. Entretanto pretende o texto nos conduzir a leitura da Bíblia, onde poderemos fazer uma reflexão embasada desses procedimentos que são espirituais nos colocando diante de um Deus que responde ao amor de seus filhos, em milhares de vezes a mais.

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